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02/01/2019

HMAR seleciona primeiro paciente para participar de estudo da FioCruz

Pesquisa avaliará eficácia de medicamento usado no tratamento do pé diabético

Equipe da Fiocruz realiza primeira visita de monitoria do estudo no HMAR

   O Hospital Memorial Arthur Ramos (HMAR), juntamente com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), selecionou o primeiro paciente alagoano apto a participar da pesquisa “Avaliação da eficácia e segurança do fator de crescimento epidérmico recombinante (FCEhr) intralesional em participantes com úlcera de pé diabético no Brasil”, conduzida pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz).

   No dia 14/12, as médicas integrantes da liderança científica do estudo, Dra. Beatriz Ferraz Cabanelas e Dra. Fabíola Araújo Cordeiro, acompanhadas de Rosane Will, enfermeira e também monitora do estudo, estiveram no HMAR. Durante a passagem, o grupo realizou a primeira visita de monitoria médica, após os três meses de início do estudo. “São 12 centros envolvidos em todo o país e a meta do estudo são 304 pacientes. Destes, cinco já iniciaram e estão recrutando participantes e, no HMAR, representando o estado de Alagoas, já tivemos o primeiro paciente recrutado. Até o momento o estudo avança com cinco pacientes participantes. Não é um processo tão rápido quanto as pessoas imaginam porque o estudo é complexo e precisamos ter muito cuidado na seleção desses pacientes para que tenhamos qualidade de dados e informações suficientes para conseguir o registro do produto”, explicou a Dra. Beatriz Ferraz Cabanelas.

   Conforme explicou a equipe, o estudo se divide em três fases: a primeira fase é de seleção e tratamento, a segunda é uma fase de acompanhamento do paciente e a terceira é a fase de extensão. O objeto final da pesquisa será o registro desse produto no Brasil, que já é registrado em 26 países, cujo detentor da patente é Cuba, mas ainda é preciso provar à Anvisa que esse medicamento realmente é eficaz e vai melhorar muito a vida da população com pé diabético aqui no Brasil. “Com isso será possível evitar as amputações que é a complicação maior, pois temos um grande índice de amputações causadas por pé diabético no Brasil, principalmente em Alagoas. Nós queremos tentar com essa medicação, fechar as feridas e reduzir esses números de amputações”, finalizou a Dra. Beatriz Ferraz Cabanelas.

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