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08/03/2022

Urologistas realizam eletrovaporização de próstata com Green Light Laser

Cirurgia minimamente invasiva é indicada para o tratamento de hiperplasia prostática benigna

Os urologistas Dr. Arthur Dantas e Dr. Fábio Quintiliano foram os responsáveis pela cirurgia no HMAR.

A hiperplasia benigna da próstata (HPB) é um aumento da glândula prostática que comprime a uretra, obstruindo o fluxo de urina e podendo levar à lesão nos rins e bexiga. Pacientes com este diagnóstico podem ser tratados com medicamentos via oral ou serem submetidos a cirurgias.

Um dos tratamentos mais indicados para esta doença é a Eletrovaporização de próstata com Green Light Laser, cirurgia que foi realizada no Hospital Memorial Arthur Ramos, no dia 20/02/2022, pelos urologistas Dr. Arthur Dantas (Maceió/AL) e Dr. Fábio Quintiliano (Aracaju/SE).

Segundo explicou o Dr. Arthur Dantas, este procedimento é minimamente invasivo, pois é realizado sem necessidade de nenhum tipo de incisão. "A cirurgia é realizada de forma endoscópica por via transuretral, indicada para pacientes com próstatas de médio e grande volume e principalmente para os que apresentam risco aumentado de sangramento durante o ato operatório. Excelentes candidatos são pacientes que fazem uso contínuo de anticoagulantes”.

Entre as vantagens deste procedimento estão a alta precoce, excelentes resultados de aumento de fluxo urinário no pós-operatório e a retirada precoce de sonda vesical de demora", ressaltou o urologista, o qual é especialista em cirurgias endoscópicas e cirurgia robótica.

 

SAIBA MAIS SOBRE A DOENÇA

A causa da hiperplasia benigna da próstata, conhecida popularmente como próstata aumentada, não é totalmente conhecida, mas pode estar relacionada às alterações hormonais que ocorrem com a idade.

O surgimento do problema é mais comum entre homens com mais de 50 anos. Os principais sintomas aos quais o homem deve ficar atento são redução do jato urinário, aumento da frequência das micções ao longo do dia e sensação de bexiga cheia após o ato de urinar.

O tratamento com uso de medicação via oral pode auxiliar no controle dos sintomas da doença, mas não promovem cura ou melhora definitiva e precisam ser administrados continuamente.

O tratamento inadequado desta doença pode resultar em alterações na contração da bexiga urinária, infecções urinárias, sangramentos na urina e alterações na função dos rins.

 

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Dra. Yelnya C. S. Dória
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